Juros do financiamento imobiliário estão em queda

Com a crescente demanda habitacional, os bancos perceberam boas oportunidades de lucro com a redução dos juros do financiamento imobiliário.

Isso fez com que, nos últimos meses, acompanhássemos uma batalha de redução de juros. A precursora da vez é a Caixa Econômica Federal.

Entenda melhor as novas taxas, já válidas a partir de 14 de outubro, e como você pode se beneficiar com essa guerra dos bancos.

A queda de braço de juros dos bancos brasileiros

Estimulados pelas constantes quedas da taxa básica de juros (a Selic), os grandes bancos anunciaram recentemente cortes em suas taxas de juros do financiamento imobiliário.

No final de setembro, o banco Itaú anunciou a redução dos juros do crédito imobiliário para a partir de 7,45% ao ano + Taxa Referencial (TR), deixando os juros abaixo dos oferecidos pelo banco Santander, que tinha a melhor taxa do mercado.

Logo após, o Bradesco entrou na briga e baixou a sua taxa para a partir de 7,3% ao ano + TR. Agora, foi a vez da Caixa ajustar os juros do financiamento imobiliário.

A nova taxa de juros do financiamento imobiliário da Caixa

Para entrar na briga dos bancos privados e não perder a preferência dos brasileiros no que se refere a escolha do banco para financiar a casa própria, a Caixa reduziu sua taxa em 1%.

Desde 14 de outubro, o banco já está praticando taxas a partir de 7,5% ao ano + TR para financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Apesar de a redução não atingir os contratos recentes do banco, que são indexados ao IPCA, e também não ter ficado abaixo de outros bancos, o financiamento pela Caixa ainda pode ser o mais interessante para quem deseja comprar uma casa ou apartamento.

Isso porque o banco público tem linhas de crédito diferenciadas e especiais, como o programa Minha Casa Minha Vida.

As formas de se beneficiar da queda dos juros

Essa queda de braço pela taxa de juros imobiliário mais atrativa mostra como os grandes bancos se interessam pelo crédito imobiliário.

Isso porque ele serve para construir relacionamento de longo prazo com os clientes, além de ser uma modalidade segura, afinal, os contratos duram anos e o imóvel é tido como garantia.

Para te ajudar, relacionamos 3 formas de se beneficiar dessa queda de juros:

1. Vendendo um imóvel

Com a queda constante da Selic e os bancos reduzindo suas taxas de juros do financiamento imobiliário, trata-se de um bom momento para efetivar a venda de um imóvel, pois a procura tenderá a aumentar com financiamentos mais baratos.

Recomendamos ficar de olho nas movimentações do mercado e contar com uma equipe especializada como a da Alian Soluções Imobiliárias.

2. Portando o seu financiamento

A portabilidade do financiamento imobiliário em meio a essa queda da taxa de juros é uma excelente opção, mas que deve ser pensada com cuidado.

É preciso se atentar aos custos da portabilidade, como o Custo Efetivo Total (CET), valor do seguro e de cobranças administrativas, para validar se vale mesmo a pena portar o contrato.

3. Comprando um imóvel

A melhor forma de se beneficiar da disputa entre os bancos é negociando a melhor taxa de juros. Também é importante ficar de olho nos gastos extras na compra de um imóvel,, nos custos do financiamento, pois os juros menores podem ficar menos atrativos com essas outras cobranças.

Vale lembrar que a expectativa dos economistas é que a Selic  baixe ainda mais até o final do ano, o que pode gerar novas reduções de juros do financiamento imobiliário.

Mas essa ainda é apenas uma especulação. Então, se você estava esperando a oportunidade certa para comprar ou vender um imóvel, entre em contato conosco e aproveite o ótimo momento.

Vai mudar de imóvel? Confira algumas dicas importantes para evitar dor de cabeça

Mudar de imóvel pode ser um desafio quando falta programação. A pressa acaba sendo a maior inimiga da sua organização, fazendo com que os seus itens sejam muito mais difíceis de serem localizados ou até se percam na mudança.

Por isso, antes de mudar de imóvel, é fundamental seguir alguns passos para evitar problemas e fazer as coisas com antecedência. Afinal, planejar-se te possibilita não esquecer de nada e, muito menos, ter dor de cabeça com imprevistos.

Sabendo disso, veja a seguir algumas dicas do que fazer para preparar a mudança.

1. Verifique o que vai levar para a nova casa

Nem sempre um item que está presente na sua residência atual pode se adaptar na sua nova morada. Até porque, pode depender do espaço e da utilidade do objeto. Caso você não note nenhuma utilidade em algum, o interessante é doar, vender ou, em alguns casos, até jogar fora.

Por isso, meça as dimensões para saber se elas são compatíveis com sua nova casa e com o transporte. Uma vez que esse objeto pode não se encaixar no ambiente ou, ainda, exigir um automóvel maior ou mais robusto parao transporte.

Além disso, se algo não é mais útil para você, pode ser para outra pessoa. Desse modo, desfaça-se do que não for mais do seu interesse e dê um bom destino a cada objeto.

2. Planeje as suas compras para não lotar a geladeira

É recorrente, quando não há esse planejamento, que muitos alimentos estraguem por ficarem tempo demais fora da geladeira. A dica, nesse sentido, é que você organize as suas compras de supermercado para que, no dia da mudança de casa, não fiquem sobras.

Além disso, planeje o seu cardápio das semanas anteriores à mudança. Assim, as suas compras serão mais eficientes, evitando desperdícios.

3. Informe que irá mudar de imóvel

Esquecer-se de informar o seu novo endereço pode complicar bastante a sua vida. Imagine uma correspondência importante chegando no endereço antigo e você acabar perdendo uma grande oportunidade ou compromisso. Isso é algo que pode te prejudicar bastante.

Então, para que esse tipo de situação não aconteça, comunique o seu novo endereço para receber as suas correspondências corretamente.

Solicite também, com antecedência, o desligamento e transferência de serviços como a TV a cabo, o telefone e a internet. Afinal, essa transferência pode demorar entre uma a duas semanas.

Caso more em um prédio, informe ao porteiro e ao síndico sobre o dia da sua mudança. Isso também evita possíveis problemas de deslocamento, principalmente quando os profissionais forem buscar ou entregar a sua mudança.

4. Organize um cômodo por vez e categorize as caixas

Um problema comum na organização é guardar nas mesmas caixas os objetos de cômodos diferentes. Isso gera muito retrabalho na hora de desembalar, pois dificulta a localização dos itens.

Portanto, experimente guardar os objetos em caixas, segmentando-os por cômodos.Inclusive, é bastante útil etiquetar essas caixas com o nome dos objetos que estão nela. Assim, será muito mais rápido desembalar e arrumar esses itens na nova morada.

5. Faça uma mala de mão

Durante uma mudança, é possível que a transportadora se atrase, entre outros contratempos de última hora. Por isso, uma mala de mão pode lhe auxiliar.

Faça um kit de emergência para levar consigo. Você pode precisar de umas roupas, medicamentos, etc.

O mesmo também serve para os seus itens valiosos. Pois, levá-los à mão ou no seu carro, te trará mais confiança e tranquilidade na hora de mudar de imóvel.

Faça as coisas com calma!

Agora que você conheceu algumas dicas de como mudar de imóvel com organização, esperamos que você consiga fazer a sua mudança com tranquilidade. Evite a correria e se programe! Depois que a mudança for executada, se você tiver filhos, confira as nossas 8 dicas para tornar um imóvel seguro para crianças.

Como resolver a dificuldade de pagar financiamento imobiliário

Nos últimos anos, o crédito imobiliário em alta, principalmente por causa do Programa Minha Casa Minha Vida, aqueceu o mercado imobiliário.

No entanto, o país fechou 2018 com 2,30% dos contratos inadimplentes, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Se você é um dos brasileiros que têm dificuldade de pagar financiamento imobiliário, confira algumas dicas em nosso artigo e limpe o seu nome!

As principais causas da inadimplência dos contratos

Antes de saber como resolver, é fundamental entender como as pessoas costumam inflar o número de contratos inadimplentes no financiamento de imóveis.

Uma das principais causas é a falta de planejamento econômico, em que as pessoas não projetam de forma correta os gastos extras na compra de um imóvel e acabam prejudicando sua saúde financeira.

Além disso, também há o fato de o brasileiro não ter o costume de poupar, ficando mais suscetível aos efeitos de crises econômicas.

Ou seja, a pessoa que não se planeja bem financeiramente, fica à mercê do aperto financeiro com gastos não previstos e com uma possível perda de emprego ou aumento da taxa de juros.

Dicas para resolver a dificuldade de pagar o financiamento imobiliário

Agora que conhecemos os dois principais motivos da inadimplência dos contratos de financiamento de imóveis, como resolvê-la?

Planeje seus gastos

Na verdade, o primeiro passo é replanejar e não planejar seus gastos, eliminando coisas desnecessárias e priorizando os gastos básicos para sobrevivência e dignidade.

O mais indicado é colocar tudo no papel, ou em uma planilha, e fazer os cálculos do que você mais gasta e das possibilidades de reduzir ou extinguir essas despesas.

Use seu saldo do FGTS

O saldo do seu FGTS pode ser utilizado para abater sua dívida e reduzir a dificuldade para pagar o financiamento imobiliário. Umas das formas a se escolher é por meio do abatimento no valor das parcelas mensais. Mas, no caso de estar perto do fim do contrato, você pode até mesmo quitar a dívida total.

Busque renegociar a dívida

Quando não há o que enxugar ou saldo no FGTS para ser utilizado, é importante recorrer à instituição financeira responsável pelo contrato e verificar a possibilidade de renegociar a dívida.

Normalmente, as financeiras oferecem um novo crédito imobiliário, quitando o anterior e estendendo o saldo devedor por mais tempo.  Mas cuidado, observem bem as taxas de juros e regras contratuais, pois você poderá cair em uma armadilha.

Avalie a portabilidade do financiamento

Se a instituição financeira não quiser negociar seu financiamento imobiliário, você tem a possibilidade, garantida por lei, de fazer a portabilidade do financiamento.

Você deverá solicitar ao banco atual a evolução da dívida e acionar outras instituições para portar os débitos para elas. Não deixe de conferir todas as taxas cobradas e se o valor das parcelas realmente será reduzido. Com as mudanças atuais da política, muitas instituições financeiras reduziram seus juros e isso pode ser excelente para você!

Considere vender o seu bem

Ninguém financia um imóvel querendo devolvê-lo devido à dificuldade financeira. Mas em alguns casos é preciso pensar na venda do apartamento ou da casa para conseguir honrar seus compromissos.

Dependendo do negócio feito ou do bem, você pode transferir o financiamento e, com o saldo reposto, comprar uma casa ou apartamento sem se complicar para cultivar a sua saúde financeira. Com o aquecimento do mercado bons negócios podem ser feitos. Busque a ajuda de uma imobiliária.

Opte por um sócio para seu imóvel

Esta é uma dica não muito usual, mas é válida para quem está com dificuldade de pagar financiamento imobiliário.

Essa estratégia costuma ser muito utilizada por quem deseja realizar um investimento imobiliário, seja entrando como reforço da renda no financiamento ou comprando parte do imóvel à vista.

Como pode ver, existem diversas formas de driblar o descontrole financeiro e resolver a dificuldade de pagar o financiamento imobiliário.

Mas é preciso ficar atento à melhor estratégia para a sua realidade financeira.

Ficou com dúvidas? Use os comentários para escrever para nós ou entre em contato com a Alian Soluções Imobiliárias. Podemos ajudar você nesse momento.

Financiamento imobiliário: o que você deve saber antes de fazer um?

O financiamento imobiliário é uma das alternativas mais comuns para quem deseja realizar o sonho da casa própria.

Só em 2018, foram gerados 22.623.706 contratos para financiar imóveis no Brasil, com um total de quase R$ 54 bilhões financiados (mais de R$ 1 bilhão apenas no Ceará).

No entanto, o país fechou 2018 com 2,30% dos contratos inadimplentes, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

A inadimplência é impulsionada pelo desemprego e pela crise econômica, mas também é causada pela falta de planejamento e desconhecimento de pormenores ao financiar um imóvel.

Os pormenores do financiamento imobiliário

Se você já considerou ou está buscando um imóvel para financiar, certamente a primeira coisa com a qual pensou foi na taxa de juros do financiamento imobiliário.

No entanto, há outros custos além da taxa de juros nominal, aquela que não considera a inflação. Veja quais são os principais custos desse tipo de investimento imobiliário:

Taxa de administração do financiamento

Essa taxa é um dos dois custos fixos praticados pelas instituições financeiras e é tabelada em até R$ 25,00 por mês durante o período do financiamento.

Tarifa de avaliação do imóvel

O segundo dos custos fixos é a cobrança pelo serviço de avaliação do imóvel, que em geral é de R$ 3.100,00, independentemente do valor do imóvel.

Seguro contra morte e invalidez

Mensalmente, os bancos ou financeiras também costumam acrescentar uma fatia do seguro que resguarda o financiamento no caso de morte ou invalidez do responsável pelo empréstimo e varia de acordo com o valor do imóvel, a idade do segurado e até mesmo a seguradora.

Esses três pormenores compõem o Custo Efetivo Total (CET) e costumam representar um acréscimo significativo nas parcelas mensais dos financiamentos de imóveis.

Apesar de os bancos serem obrigados por lei a divulgarem essas informações, raramente esses custos são considerados pelos compradores.

Além deles, o comprador está sujeito a outros ônus se deseja comprar uma casa ou apartamento para morar em Fortaleza:

  • Registro do imóvel: custo que fica entre 0,3% e 1,3% do valor do bem;
  • Imposto de Transmissão de Bens Imóveis: o ITBI, como é mais conhecido, é um imposto municipal que, em Fortaleza, varia entre 0,5% e 3%, dependendo do valor do imóvel, forma de pagamento e data da transmissão. Importante lembrar que os funcionários públicos de Fortaleza são isentos de pagar o ITBI do primeiro imóvel;
  • Taxa Referencial: a TR é usada para o reajuste da dívida e costuma variar entre 0 e 2%;
  • SELIC: a taxa básica de juros costuma ser uma faca de dois gumes porque, ao mesmo tempo em que ajuda o financiamento quando está baixa, pode elevar em muito a dívida quando sobe;
  • Seguro do imóvel: diferentemente do seguro contra morte ou invalidez, ele cobre danos físicos permanentes ao imóvel, afinal, até que você conclua o pagamento do financiamento, o imóvel pertencerá ao banco.

As regras básicas para financiar um imóvel

Antes de iniciar o processo de financiamento de um imóvel, você precisa ficar atento às regras que envolvem a modalidade desejada, como o Minha Casa Minha Vida.

No entanto, existem três regras básicas, válidas para qualquer tipo de financiamento imobiliário: maioridade civil, renda comprovada e o famoso nome limpo.

Para assumir qualquer tipo de compromisso financeiro, é exigido ter mais de 18 anos de idade. Ou seja, a pessoa já é considerada adulta pelas leis brasileiras.

Além disso, o banco precisa de garantias para liberar qualquer quantia para uma pessoa. Essas garantias ficam mais rígidas quando se trata de valores altos, como para financiar um imóvel.

Portanto, é preciso ter renda compatível comprovada, seja por meio formal (CLT) ou informal declarada, e não ter débitos registrados nos serviços de proteção ao crédito.

Os tipos de financiamentos disponíveis no Brasil

O país tem um mercado financeiro bem consolidado, com diversas opções de financiamento imobiliários disponíveis, cada qual com suas peculiaridades.

Entre os mais conhecidos, estão:

Carta de Crédito FGTS

Permite a compra de imóveis até R$ 215 mil, seja utilizando ou não o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, mas com renda mensal não superior a R$ 6.500.

Programa Minha Casa Minha Vida

Possibilita o financiamento de imóveis até R$ 300 mil, dependendo do município, por famílias com renda mensal de até R$ 9.000.

Pró-Cotista

Linha de financiamento específica para quem tem até 10% do valor do imóvel aplicado no fundo

SBPE

O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo tem taxa atrativa, mas só financia 70% do valor dos imóveis, com exceção dos funcionários públicos, que podem financiar até 80% de imóveis usados e 90% de imóveis novos.

SFI

Direcionado para quem pretende adquirir imóveis acima de R$ 950 mil e não permite utilização do FGTS.

Se você fica perdido em meio a tantas opções de financiamento imobiliário e as diversas regras de cada um, conte com o auxílio da Alian Soluções Imobiliárias.

Basta entrar em contato conosco por e-mail, pelo telefone (85) 3266-5000 ou através do WhatsApp (85) 98199-5010.

O que devo saber antes de vender um imóvel

Vender um imóvel não é tão fácil e rápido, afinal, não é um item que costuma ser adquirido por impulso.

Mesmo quem deseja aproveitar um  bom momento para comprar imóveis realiza pesquisas prévias e precisa se programar muito bem para não desregular as finanças ou se arrepender depois.

Justamente por envolver diversos detalhes, vender  um apartamento, casa ou imóvel comercial exige alguns cuidados, tanto para facilitar o processo de venda como para não ter problemas com conclusão do negócio.

E como a grande maioria das pessoas que vendem imóveis não entende bem os trâmites imobiliários, elaboramos esse artigo para te ajudar. Aproveite!

Planeje a venda do bem

Não importa qual o motivo do seu desejo de vender um imóvel, você precisa se planejar para dispor daquele bem.

Se você ainda morar no imóvel, por exemplo, esse estágio é fundamental, pois você já precisa ter definido para onde irá ou quanto tempo precisará para concluir o processo de mudança.

Recomendamos que você analise a sua situação no momento da negociação e entenda quais podem ser os impactos, sejam eles financeiros ou de disponibilização de tempo, compra de novo bem ou mesmo de hospedagem em hotel antes de partir para o próximo endereço definitivo.

Pesquise o mercado imobiliário

Antes mesmo de anunciar o seu imóvel na internet ou deixá-lo à disposição de alguma imobiliária, pesquisar o mercado imobiliário de Fortaleza é fundamental para entender o cenário atual.

Apenas com essa pesquisa você será capaz de precificar corretamente o bem, sem correr o risco de prejuízos, além de ter uma noção do tempo médio que levará para vender o imóvel.

Quando se contrata uma imobiliária íntegra, como a Alian Soluções Imobiliárias, o proprietário tem suporte mercadológico para definir o melhor valor venal e entender os processos.

Prepare o imóvel para o novo proprietário

Da mesma forma que o olhar nos instiga à vontade de apreciar ou não um alimento, é importante se colocar no lugar de quem vai visitar seu imóvel para uma possível compra. Tente imaginar como ele pode se sentir ali, se ele terá uma boa visão do espaço, organização, etc. Técnicas de Home Staging estão super em alta.

Dessa forma, é importante preparar o imóvel para o futuro proprietário. Desde pequenas reformas, como pinturas e conserto de vazamentos, até uma boa organização dos móveis, caso você ainda more no bem, são fundamentais para facilitar a imaginação de quem vai conhecê-lo.

Deixe o pagamento de impostos e condomínio em dia

Muitas das vezes, o processo de venda de um imóvel é prolongada por causa de pendências com impostos ou serviços básicos, como água, luz e condomínio.

Por isso, sempre que optar por vender um imóvel, é importante deixar tudo pago, até mesmo para não prejudicar a precificação do bem ou o próximo morador.

Afinal, ninguém deseja comprar um apartamento ou uma casa que virá com impostos ou boletos atrasados de brinde. Outro problema que costuma acontecer é o impedimento do próximo morador a acessar locais comuns. Isso pode dificultar a venda do seu imóvel.

Revise documentações

Além dos impostos em dia, outro comum complicador da conclusão de vendas de imóveis são as irregularidade com documentações.

A documentação básica envolve escritura, planta e registro do imóvel, mas a maioria das pessoas desconhece que outras questões podem influenciar na venda do bem.

Por exemplo, se você tem alguma dívida em julgamento ou o imóvel faz parte de um inventário ainda não concluído, a transação de venda pode até ser cancelada e gerar complicações.

Saiba como é vender um imóvel

Entender todo o processo de venda do bem é importante para fazer um bom planejamento, organizar os documentos e preparar o imóvel para a visita dos interessados.

Contando com uma equipe bem preparada, o processo de vender um imóvel fica muito mais dinâmico e demanda menos do seu tempo.

Por isso, se você quer vender um imóvel, seja casa, apartamento ou ponto comercial, entre em contato conosco para encontrar rapidamente quem busca fazer um investimento imobiliário.

11 dicas sobre como escolher uma imobiliária para comprar ou vender seu imóvel

A ansiedade para comprar ou vender seu imóvel pode te cegar na hora de escolher um parceiro para alcançar esse objetivo.

Por isso, elencamos 11 dicas de ouro sobre como escolher uma imobiliária para comprar ou vender seu imóvel, caso queira aproveitar o crédito imobiliário em alta.

Siga cada uma delas e obtenha sucesso com maior rapidez e satisfação!

1. Selecione uma imobiliária local

Existem imobiliárias que funcionam no país inteiro. Isso pode ser uma qualidade, mas expõe a imobiliária a um erro grave: não conhecer bem a região em que está atuando.

Uma imobiliária local costuma entender melhor o perfil dos imóveis e dos interessados em comprar casas ou apartamentos.

2. Valide se ela tem registro no CRECI

Toda imobiliária que se preze tem registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI), órgão vinculado ao Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFESI).

Geralmente, elas expõem essa informação em seus site — como a Alian Soluções Imobiliárias, que deixa seu registro no rodapé do site — e em materiais informativos.

3. Analise o histórico da empresa

Avaliar o passado da empresa é importante em qualquer transação comercial, principalmente se você precisar assinar alguma procuração.

Veja as redes sociais da imobiliária

Conferir as redes sociais da imobiliária para ver se há comentários negativos ou sem resposta é uma boa prática.

Faça uma pesquisa no Reclame Aqui

Pesquisar se existem muitos chamados no site Reclame Aqui ou reclamações sem tratativa também é uma forma de analisar o histórico da empresa.

4. Estude os imóveis que ela oferece

Acessar o site da imobiliária e analisar o perfil de imóveis que ela dispõe é um ponto de partida para filtrar empresas que fogem do perfil do seu bem.

Isso porque existem empresas que são especializadas em um determinado tipo de imóvel e outras que atiram para todos os lados, sem um perfil definido.

5. Identifique os canais de atendimento

Quanto mais canais de atendimento ativos, mais chances de a imobiliária conseguir lhe oferecer um bom serviço.

Isso porque, hoje em dia, uma imobiliária precisa estar onde o cliente dela está, seja no WhatsApp, no Facebook, portais ou em eventos do setor.

6. Avalie como ela atende os clientes

Se você vai vender um imóvel, teste o atendimento que os interessados em seu imóvel receberão. Simule a busca por uma casa ou apartamento para comprar e veja como será o atendimento.

Imobiliárias que atendem bem tanto proprietários quanto quem busca imóveis para comprar tendem a ter mais sucesso em suas transações.

7. Pesquise por antigos clientes

Talvez seja o passo mais difícil, mas é muito válido no processo de escolha de uma imobiliária para comprar ou vender seu imóvel.

Se não conseguir puxar um histórico de clientes pelo site ou redes sociais, jogue abertamente e peça para o corretor uma indicação.

8. Observe se ela investe em marketing digital

Hoje em dia, não basta mais fazer anúncios em jornais ou classificados. As imobiliárias precisam investir pesado em marketing digital.

Afinal, grande parte das pessoas interessadas em comprar casas e apartamentos fazem suas buscas no Google, portais, site ou redes sociais.

9. Dedique atenção aos processos internos

Os processos internos de uma empresa costumam ser o calcanhar de Aquiles em diversas delas, fazendo-as perder negócios.

Observar como são feitos os cadastros dos interessados em imóveis,  bens para aluguel ou venda te ajudará a perceber burocracias excessivas ou descuido com dados.

10.  Busque recomendações de amigos e familiares

O bom e velho boca a boca ainda funciona. Afinal, nenhum amigo ou familiar recomendaria à você uma empresa com a qual tiveram problemas.

Como escolher uma imobiliária para vender seu imóvel?

A dica de número 11 é justamente o compilado de todas as anteriores: Alian Soluções Imobiliárias.

A Alian é a única imobiliária do Ceará associada à ABMI (Associação Brasileira do Mercado Imobiliário), uma instituição fundada em 1998 e que reúne as principais e mais diferenciadas empresas imobiliárias do país.

Com muita inteligência tecnológica e qualidade de atendimento, a Alian Soluções Imobiliárias é a sua melhor escolha para você comprar ou vender um imóvel no mercado imobiliário de Fortaleza.

Então, se você quer saber se esse é um bom momento para comprar imóveis ou para vender o seu, conte conosco!

Confira o que é necessário para financiar um apartamento com o FGTS

O uso do FGTS para comprar imóveis é uma das alternativas mais comuns e interessantes para financiar um apartamento.

Isso porque o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, além de ser uma reserva para abater na entrada, proporciona benefícios quando vinculado ao financiamento.

Se quer saber o que é preciso para aproveitar essas facilidades, confira nosso artigo!

Os benefícios do FGTS para comprar imóveis

Para estimular o segmento imobiliário e aquecer o mercado de imóveis, o Governo Federal instituiu, na década de 1960, o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O SFH é um sistema de financiamento habitacional do governo que facilita a construção, reforma ou aquisição de imóveis residenciais.

Atualmente, o saldo do FGTS pode ser usado como entrada na contratação de um financiamento imobiliário — o que, em muitos casos, proporciona taxa de juros menor. Ele também pode ser utilizado na amortização e até liquidação do saldo devedor de financiamentos de imóveis realizados pelo SFH.

E, também para os contratos assinados no âmbito do SFH, o beneficiado pode usar o saldo do FGTS para diminuir em até 80% o valor das prestações de um financiamento por até 12 meses consecutivos.

As regras para financiar um apartamento com ele

Para usufruir de todos os benefícios do FGTS ao financiar um apartamento ou uma casa, é preciso cumprir algumas regras. Veja quais são:

Ter tempo mínimo de contribuição

O tempo mínimo de três anos de contribuição ao FGTS, consecutivos ou não, é exigido para que o comprador possa utilizar seu saldo na compra do imóvel, mesmo que ele não esteja com carteira assinada na ocasião.

Usar o dinheiro em uma das situações definidas

O saldo do FGTS pode ser usado para comprar ou financiar imóveis, na amortização de um financiamento e para dar lances ou complementar uma carta de crédito de um consórcio imobiliário.

Morar na mesma cidade do imóvel a ser financiado

É vetado o uso do FGTS para financiar ou comprar imóveis fora da cidade em que o comprador mora ou trabalha há mais de um ano.

Financiar imóveis de agentes autorizados

Atualmente, são considerados agentes autorizados as cooperativas, os consórcios imobiliários, as construtoras ou os agentes financeiros (bancos e financeiras).

Ter, o imóvel, valor abaixo do teto estipulado

O uso do FGTS para financiar um apartamento ou uma casa está condicionado ao valor máximo do imóvel em R$ 1,5 milhão, independentemente do estado brasileiro.

Ser proprietário de outro imóvel na mesma cidade

Caso o comprador já tenha um imóvel registrado em seu nome na mesma cidade em que deseja adquirir outro ou ainda esteja com um financiamento imobiliário aberto, o uso do saldo do FGTS será vetado.

Financiar imóveis em seu próprio nome

Mesmo que o comprador queira usar seu saldo para financiar um apartamento para um filho morar sozinho, por exemplo, o uso do FGTS para comprar imóveis é apenas para financiamentos no nome do próprio comprador.

Aguardar o tempo mínimo para liquidar financiamentos

Usar o saldo do FGTS para liquidar ou amortizar prestações de um financiamento imobiliário, respeitando a regra dos 80%, só é possível a cada dois anos.

Como pode ver, o uso do FGTS na compra de imóveis possibilita diversos benefícios para você aproveitar o crédito imobiliário em alta e realizar seu sonho da casa própria ou de financiar um apartamento novo.

Mas existem muitas regras que devem ser respeitadas. Por isso, conte sempre com o auxílio de profissionais do setor imobiliário, como a equipe da Alian Soluções Imobiliárias, que está pronta para sanar suas dúvidas e ajudar a realizar o seu sonho.

O que levar em conta na hora de escolher onde morar?

A mudança de endereço é um momento importante, seja na hora de escolher onde morar ou para onde levar uma empresa.

Quando a mudança é do lar, a escolha do novo local para morar costuma ser muito pessoal, mas há alguns pontos que você precisa levar em conta para aproveitar o bom momento para comprar imóveis.

A seguir, relacionamos os principais motivos que levam uma pessoa a se arrepender da escolha da nova casa ou apartamento.

1. A expectativa de desenvolvimento da região

A maior parte das pessoas que estão procurando um novo apartamento ou outra casa para morar se preocupa mais com o conforto do espaço.

Isso não está errado, mas tão importante quanto a estrutura do imóvel, é a perspectiva de crescimento econômico da região, por isso é fundamental pesquisar sobre o  mercado imobiliário de Fortaleza.

Então, escolha bairros que tenham boas expectativas de desenvolvimento socioeconômico, segurança e serviços, pois, provavelmente o imóvel será valorizado com o tempo.

2. O custo de vida do novo endereço

Não adianta encontrar a casa dos seus sonhos ou aquele apartamento que você tanto deseja se não conseguir custear os impostos anuais do imóvel ou as despesas do dia a dia.

Definir o seu padrão real de vida é um ponto básico para escolher onde morar para não se arrepender com o valor do IPTU ou até mesmo do pãozinho francês da padaria.

O ideal é que seja feita uma sondagem pela região, avaliando o tipo de comércio que está disponível para os moradores.

Certamente você não achará interessante morar no imóvel que sempre quis tendo que pagar muito mais com alimentação do que em um bairro com custo de vida mais acessível.

3. A segurança nas redondezas

Outro ponto fundamental, que está muito associado à expectativa de desenvolvimento da região, é a segurança das redondezas do imóvel.

Viver à espreita da violência, com receio constante de assaltos, furtos e afins, não proporciona uma qualidade de vida adequada.

Então, se você pode escolher onde morar, opte por uma região que te proporcione a segurança de andar tranquilamente pelas ruas ou não se preocupar ao parar o carro na frente do imóvel.

Além de informações das instituições de segurança, você pode facilmente avaliar esse aspecto pela quantidade de imóveis à venda na região, assim como câmeras de segurança e iluminação pública. O bom e velho bate papo com pessoas que moram no local também pode lhe ajudar na decisão.

4. A infraestrutura do bairro escolhido

A menos que você busque sossego, tenha um transporte particular e opte por um imóvel em um condomínio afastado ou um sítio, você precisará de uma infraestrutura básica por perto.

Padaria, supermercado, salão de beleza, farmácias, petshop e escolas são itens óbvios, que todo mundo olha ao escolher onde morar. Mas infraestrutura é muito mais do que isso.

Observe se a região tem hospitais, sejam públicos ou privados, fácil acesso às principais vias da cidade, transporte público acessível e até mesmo unidades de instituições públicas, como delegacia de polícia.

Afinal, quanto mais acessível for o seu dia a dia no novo endereço, menos tempo você irá despender com deslocamentos e mais valorizada será a região.

5. Ajuda profissional para escolher onde morar

Apesar de parecer simples, avaliar todos os pontos acima pode ser complexo para quem está ansioso em para se mudar.

Por isso, é recomendável que as pessoas busquem auxílio especializado para as ajudá-las a definir o melhor apartamento ou casa para morar.

Além de reduzir complicações decorrentes de escolhas mais emocionais e menos racionais, o comprador terá maior tranquilidade e praticidade, não tendo que demandar muito tempo do seu dia na busca pelo imóvel.

Então, conte com a equipe da Alian Soluções Imobiliárias para dar esse importante passo em sua vida, sem arrependimentos. Basta entrar em contato conosco.

Imóvel na planta: as vantagens e desvantagens deste tipo de imóvel?

Comprar um apartamento na planta pode ser o sonho de muitas pessoas que desejam investir, trocar de residência ou mesmo realizar o sonho da primeira casa própria.

Segundo levantamento do setor, a Região Metropolitana de Fortaleza já registra lançamento de mais de 100 empreendimentos residenciais em 2019.

Isso, além de demonstrar confiança do segmento imobiliário, representa a demanda do mercado por novas unidades. Mas, quais as vantagens e desvantagens de comprar um imóvel direto na planta?

Vantagens de comprar um imóvel na planta

Adquirir um imóvel na planta oferece benefícios diversos, que podem variar de acordo com o investidor.

Mas algumas são recorrentes, independentemente do empreendimento ou dos compradores. Confira 5 delas:

1. Investimento lucrativo

Apesar de imóveis antigos serem mais baratos do que unidades adquiridas na planta, o retorno sobre o investimento imobiliário é garantido.

Em média, quem adquire um imóvel na planta tem entre 20% e 50% de lucro com a valorização do bem no passar dos anos.

2. Condições de pagamento atraentes

O financiamento imobiliário de unidades antigas costuma condicionar a aquisição do bem mediante uma entrada, à vista, de, pelo menos, 10% do valor do imóvel.

Comprar um imóvel na planta oferece condições de pagamento mais atraentes, como parcelamento da entrada durante os primeiros anos do empreendimento.

3. Personalização possível

Os imóveis antigos costumam ser bem engessados, sem muitas possibilidades de alteração da estrutura, e demanda grandes esforços para reforma dos acabamentos.

Já os empreendimentos novos, quando adquiridos na planta, oferecem alto grau de personalização, desde paredes até o tipo de acabamento.

4. Mais vagas na garagem

Com a tendência de redução dos empreendimentos modernos, é comum encontrar prédios com áreas externas bem interessantes.

São vagas de garagem suficientes para dois e até três carros para a família, além de áreas em comum, como jardins e espaços de lazer.

5. Empreendimentos sustentáveis

A cada ano, o mercado imobiliário se especializa ainda mais nas soluções sustentáveis, criando empreendimentos mais econômicos e que respeitam o meio ambiente.

Itens como aquecimento solar e sistema de reaproveitamento da água de lavanderias, chuveiros ou das chuvas, estão cada vez mais presentes nas novas unidades residenciais.

Desvantagens de adquirir unidades dos novos empreendimentos

Assim como tudo na vida, comprar um imóvel na planta também pode ter suas desvantagens, apesar de todas as vantagens elencadas anteriormente.

A seguir, relacionamos as mais comuns, que facilmente são identificadas por quem opta em comprar imóveis ainda em construção.

1. Espera para mudança

Se você precisa se mudar com urgência ou em um prazo de tempo curto, adquirir um imóvel na planta certamente não é uma possibilidade para você.

Geralmente, é preciso esperar anos até que o bem fique pronto e liberado para a mudança ⎼ isso quando não ocorre atraso nas obras e na entrega das chaves.

2. Imóveis costumam ser menores

Com a superpopulação dos centros urbanos, não é exclusividade do mercado imobiliário de Fortaleza ter novos empreendimentos com unidades menores.

Excetuando-se os grandes empreendimentos, que costumam ser caros, dificilmente você encontrará imóveis ⎼ principalmente apartamentos ⎼ com mais de 3 quartos e bom preço.

3. Necessidade de investimentos extras

Ainda que a construtora entregue a unidade conforme prometida e com todo o acabamento escolhido, será preciso investir no imóvel.

Móveis adequados aos ambientes e até ajustes não previstos nas instalações elétricas ou hidráulicas são esperados.

4. Indisponibilidade do bem pronto

Talvez a pior desvantagem é a dificuldade de visualizar o imóvel pronto, apto para morar, apesar de todo o empenho dos arquitetos e designers em fazer simulações 3D.

Algumas construtoras até oferecem projetos de unidades decoradas em tamanho real para facilitar a imaginação dos futuros proprietários, mas nada se iguala a entrar no imóvel pronto.

5. Impossibilidade de conhecer vizinhos

Aqui está um item bem interessante e, por vezes, até grave para algumas pessoas, pois desconhecer os moradores da casa ou apartamento ao lado é algo bem preocupante.

A impossibilidade de avaliar o tipo de vizinhança e o comportamento dos demais moradores pode gerar dores de cabeça no futuro.

Como escolher bem um imóvel

Como é possível ver, adquirir um imóvel na planta pode ser um investimento lucrativo, mas exige atenção e cuidado, principalmente para quem for morar nele.

Além de tudo que foi relatado, é fundamental pesquisar a idoneidade das empresas envolvidas no empreendimento para não levar um susto e ficar no prejuízo.

Seja um imóvel na planta ou antigo, conte com toda a experiência da Alian Soluções Imobiliárias para aproveitar o bom momento para comprar imóveis e garantir um bom investimento, sem dores de cabeça.

Gastos extras na compra de um imóvel: saiba quais são?

Com o crédito imobiliário em alta, muitas pessoas aguçam a vontade de assumir o financiamento de um apartamento ou uma casa.

Porém, é preciso se planejar bem para não entrar para o índice de contratos de financiamento de imóveis inadimplentes por causa dos gastos extras na compra de um imóvel.

Neste artigo, você conhecerá quais são esses gastos.

Gastos com o financiamento imobiliário

Existem alguns gastos que são típicos desse modelo de aquisição de bens, como os custos da taxa nominal de juros.

Além da temível Selic, ainda existem outras taxas que as instituições financeiras cobram em seus financiamentos e que detalhamos no artigo Financiamento imobiliário: o que você deve saber antes de fazer um.

Gastos extras na compra de um imóvel

Se as taxas que compõem o Custo Efetivo Total (CET) dos financiamentos de imóveis já te assustam, é preciso lembrar que existem outros gastos extras na compra de um imóvel.

Isso é importante para reduzir o risco de até perder sua casa ou apartamento caso sua situação financeira apertar e você não conseguir cumprir os compromissos assumidos.

Para não perder o aquecimento do mercado imobiliário de Fortaleza, se atente aos seguintes itens:

Vistoria técnica

Trata-se de uma exigência dos bancos que financiam imóveis e que precisam de uma certificação de que o bem é exatamente como descrito no contrato e está em boas condições.

O valor varia de banco para banco, geralmente em torno de R$ 1.000 e R$ 3.000 e sempre é pago pelo comprador, mesmo que seja diluído no financiamento do imóvel.

Registro do imóvel

Esse documento serve para certificar, por lei, quem é o proprietário do imóvel adquirido e varia de estado para estado.

Em Fortaleza, o valor do registro de imóvel equivale a cerca de 1,5% do valor do bem.

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis

Mais conhecido como ITBI, esse tributo municipal é cobrado sempre que há a transferência de propriedade de um imóvel envolvendo pessoas vivas.

Na capital cearense, o imposto varia de 0,5% a 3% do valor do bem, dependendo de seu valor e do tipo de financiamento, e funcionários públicos têm isenção na aquisição do primeiro imóvel.

Escritura Pública

A cobrança da escritura pública se destina apenas a quem comprará um imóvel com pagamento à vista, condicionado ao pagamento do ITBI ou ITCD (Imposto de Transmissão sobre causa mortis e Doações).

Em fortaleza, o valor do imposto varia entre 2% e 3% do valor do imóvel.

Seguro do imóvel

Boa parte dos proprietários de imóveis no Brasil não contratam um seguro para o bem. Mas no caso de financiamento, a instituição financeira pode exigir a contratação do serviço.

O valor varia conforme a cobertura e o prestador do serviço, mas serve como segurança à instituição financeira caso ocorra algum dano estrutural ao imóvel.

Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano

O IPTU não é exclusividade de quem compra imóveis por um financiamento, mas costuma ser desconsiderado na hora de fazer o planejamento financeiro antes de comprar um imóvel.

Esse imposto é aplicado sobre o valor venal do bem, com alíquotas que variam, em Fortaleza, entre 0,6%, 0,8% ou 1,4%, para imóvel residencial, e 1% ou 2% para terrenos não edificados.

Pequenas reformas e ajustes

Também comumente desprezado por quem adquire um imóvel, os gastos extras com pequenas reformas e ajustes costumam pesar no orçamento do novo proprietário.

Desde a mudança de um ponto de luz ou a extensão da rede hidráulica para atender, por exemplo, a uma máquina de lavar, elevam os custos com o novo bem.

Mudança

Depois de todos os impostos pagos e ajustes realizados, o novo proprietário do imóvel precisa se mudar. E os gastos com mudanças não costumam ser baixos.

Desde o empacotamento e a transferência dos móveis, até a aquisição de itens que antes não eram necessários. Portanto, é importante que estes gastos sejam considerados para que o orçamento mensal não estoure.

Como pode ver, existem muitos gastos extras na compra de um imóvel. Apesar disso, você não precisa desanimar.

Com um planejamento financeiro adequado, o plano de se mudar para a casa ou apartamento dos seus sonhos não precisará ser adiado.

Então, conte com a Alian Soluções Imobiliárias para aproveitar o bom momento para comprar imóveis e encontrar a melhor opção para você e sua família, sem estourar o seu orçamento mensal.